...mas criei mais um blog inútil.
Não tive nenhum ataque súbito de inspiração, não entrei em nenhuma crise existencial cuja solução está na catarse pública, não me deparei com nenhuma súbita vontade de desabafar com a blogosfera.
A verdade é que o endereço ali em cima foi criado há cerca de dois meses e, qual grávida em trabalho de parto, esteve sob apertado controle de inspiração-expiração até que eu resolvesse fazer sair a criança.
Saiu.
Esta é a altura em que me apercebo que a analogia com o ciclo da vida não pode continuar, não apenas porque me recuso a chamar "bébé" ao blog, mas também porque antevejo um destino fatídico ao dito que não desejo a nenhum recém-nascido.
Vejamos o que sai daqui.