É esta a mensagem que o visor do meu cérebro tem encaminhado aos meus membros inferiores (ou será ao contrário?). Pelo caminho, os membros superiores detetaram-na e resolveram fazer greve ao blogue. Parecem ter aplicado aquela piada batida do "agora que esperas que eu também esperei 9 meses pra sair lá de dentro"...
É a prova de que, quando deixamos que alguma coisa estanque na nossa vida, tudo o resto parece não querer avançar.
Costumo dizer que vivo num estado crónico de espera. Todos temos que esperar pelo autocarro atrasado da "greve parcial" da Carris, para sermos atendidos para fazer uma reclamação no balcão da TMN, para recebermos a encomenda que os CTT resolveram atrasar. Nada de mais, não fosse tudo em cadeia, juntando-se-lhe mais uma série de imbróglios pendentes desde 1923, aos quais prevejo fim lá para 2025.
O optimismo no seu auge.
Créditos para Maria Aires de Sá, que salienta o contributo fundamental deste meu computador para o atrasar de tudo quanto é processo.
Mas a banda-sonora tem estado à altura da espera. Até já adaptei esta e resolvi que "21" é a idade da libertação. Adeusinho, impecilhos.